A Organização Cultural Remanescentes de Tia Ciata (ORTC), fundada em 2007 por descendentes de Hilária Batista de Almeida (1854-1924), tem como missão a promoção da cultura e a conservação do patrimônio histórico e artístico, através de atividades culturais, direcionadas à educação, saúde, defesa da mulher, desporto e meio ambiente. Sua presidente Gracy Mary Moreira, bisneta de Tia Ciata, representa quatro gerações inseridas de corpo e alma no florescimento da cultura afro-fluminense.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Hoje 25 de Novembro,O Dia Nacional das Baianas de Acarajé

Baianas de Acarajé


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O Oficio da baiana é um saber tradicional enraizado no cotidiano contemporâneo. O comércio de rua, permitiu que mulheres escravas e libertas fossem além da prestação de serviços aos seus senhores, e estivessem também nos cantos da cidade comercializando para seu sustento e de suas famílias com os seus tabuleiros, chamada primeiramente criolas de ganho ou criolas de venda, tornando-se importantes para a constituição de laços comunitários, além de cumprimentos de suas obrigações religiosas nos terreiros de candomblé. Depois que Tia Ciata vinda da Bahia  começou a colocar seu tabuleiro de quitutes vestida de Baiana foi o inicio desse mulheres cerem reconhecidos como Baianas de Acarajé. Tendo essa iniciativa, tornou-se o nome conhecido no Brasil e no exterior como Baiana de Acarajé  . O Oficio da baiana consiste na elaboração do acarajé como seu alimento principal. Feito de feijão fradinho e cebola, frito no formato de ‘bola’ no azeite de dendê é servido com pimenta, camarão, vatapá, salada e caruru.
Todo território baiano e em outras regiões do país.
Registro nº 02- Decreto Estadual nº 14.191/2012
Nas ruas de Salvador, de outras cidades do estado da Bahia e Rio de Janeiro, mais raramente, em outras regiões do país, as baianas tradicionais com suas saias rodadas, os panos da costa, o torso na cabeça, a bata e os colares com as cores dos seus orixás pessoais, encontram-se sempre acompanhadas por seus tabuleiros que contém, não só o acarajé e seus possíveis complementos, como o vatapá e o camarão seco, mas também outras comidas como: abará, lelê, queijada, passarinha, bolo de estudante, cocada branca e preta. O acarajé é uma palavra composta, proveniente da língua africana iorubá – “akará” bola de fogo e “je” comer, ou seja, comer bola de fogo. Sua origem vem de uma lenda que narra a relação entre Xangô e sua esposa Iansã.

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